“Café de cevada é fraquinho”…my ass!!!!

“Café de cevada é fraquinho”…my ass!!!!
"Café de cevada é fraquinho"...my ass!!!!

Ai… (suspiros) nem vos conto, nem vos digo nada! Estou que nem posso…
Pareço uma pita de 15 anos que foi para a night pela primeira vez e está de ressaca porque bebeu um Malibu com ananás. Isto da idade, realmente, não perdoa!

Bom (estalo de língua), começando pelo inicio:
Ontem, a seguir ao jantar, deparei-me como aquele grande dilema: café ou não café. Tant, tan, taaaannn (música de suspense).

Devo dizer, em abono da verdade, que o café em mim não costuma ter nenhuma contrapartida excitante. Bebo porque gosto muito do sabor, mas não sou daquelas que precisa de beber café de manhã para acordar, que não passa sem a sua bica antes de ir trabalhar, que faz a pausa a seguir ao almoço para reforçar a dose de cafeína e ser produtiva, que necessita daquele shot de café para ser alguém. Não! O café em mim não tem qualquer tipo de reacção, não fico mais desperta, não sinto dependência, só umas ligeiras palpitações ou excitamentos pontuais quando estou mais cansada, mas o efeito é sempre de mais mal disposição do que propriamente de despertanço geral.

Isto para dizer o quê? Que eu sou a pessoa que bebe cafés às 23h da noite se for preciso e vai para a cama a seguir NA BOA!

Ontem, depois do jantar, estava com uma miniatura de pastel de nata debaixo de olho e quiçás um quadradinho de chocolate que me estava a sorrir e aquele repasto marchava mesmo bem com um… CAFÉZINHO!

Como ainda ia fazer um sofá com um The Voicezinho pensei: “e se fizesse aquele cafezinho de cevada para acompanhar os doces, só assim naquela de ser mais fraquinho? Se a minha avó bebe isto, também não me vai fazer mal, certo?”. ERRADO!

Confiançuda, preparei tudo. Fiz o belo do café-de-cevada-da-avó em caneca americana e BOTA A’BAIXO qu’é leoa. Bom, so far so good.
Vi o programa todo até ao final e quando olhei para o relógio era quase meia noite. Sem me aperceber, estava numa hype tão grande que se me tivessem dito que eram 10 da manhã eu estava prontinha para começar a trabalhar.

Eu e Senhor-lá-de-Casa decidimos mudar o estaminé de ronha para a cama e lá continuei, de pestana aberta, como se nada fosse e as horas a passarem. Vi o filme do “Sexo e a Cidade 2”, na RTP1 T.O.D.O !!!!! (devo dizer que só não mudei de canal porque as ofertas nos outros generalistas eram tão más ou piores que o filme, mas devo dizê-lo com toda a frontalidade de uns Manolo Blanik, que se o primeiro filme da saga de Carrie no cinema até foi bem interessante pela história, este foi só brincadeira de mau gosto. Que coisa tão forçada, tão mal feita, tão comercial, tão estereotipada, enfim… até me custa admitir, porque sou fãzaça da série televisiva, mas as verdades têm que ser ditas – não vejam este filme!! Não carece!)

Depois da longa-metragem ainda vi snapchats, passei revista ao Instagram, fui ao Facebook e quando olhei para o relógio eram 3 da manhã… Decidi apagar as luzes and hope for the best! Ainda vacilei ali umas quantas vezes de “acendo ou não acendo outra vez a luz”, mas forcei a coisa e cedi.

Hoje acordei com uma moca de sono que não vos conto, nem vos digo nada. Estou com uma dor de mona que não vos passa pela cabeça (literalmente) e parece MESMO que estou de ressaca de mau vinho. Alguém me sabe explicar o que aconteceu? Hello (som de Adele)?! A cevada faz isto?
É que se faz, vá de retro-cevada e a minha avó é uma ganda’maluca!

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Marta Neves
Marta Neves

Encontrei no universo feminino a minha missão: partilhar, aprender e ajudar. Nasceu o Marta Neves, para me sentir mais eu, mais em sintonia com a minha essência. Despida de formalismos ou preconceitos, serei EU. A mulher. Apaixonada de coração pela vida e pelos outros.

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