Chan(h)eloooooooo!

Chan(h)eloooooooo!
Tive que ir ao Colombo na minha hora do almoço fazer mil e uma coisas que precisava. Para variar…
Nos finalíssimos dos “mandados” lembrei-me que uma das coisas na “to do list” era comprar acetona, tipo, tipo, urgente.
Sabem quando vocês já não conseguem olhar para as vossas próprias mãos? Quando têm unhas que já estão cheias de falhas de verniz? Quando já têm vergonha de falar com as pessoas com medo que elas olhem para a decrepitude das vossas manápulas? Eu estava assim.

Entrei desesperada na Sephora para me afundar em acetona. Estava na zona dos vernizes, a tentar encontrar o frasquinho milagroso que ia salvar a minha vida de vergonha, quando ouvi uma voz muito doce (que contrastou com o meu mau feitio de quem está a mil) a perguntar-me: “Desculpe, mas já conhece os vernizes da Chanel?”.
Marta: (com um olhar esgaziado) “Sim, sim. Tenho alguns vernizes da marca. Obrigada”.
E dei aquele sentido ao corpo que indicava que não estava disponível para mais interacções. Aquele “obrigadinha, até um dia”. Ao que ela continuou: “Mas gostaria de experimentar alguma cor em especial?”.
Marta: (juro que me saiu isto sem pudores) “Eu gostar até gostava, mas já viu como é que eu tenho as mãos? Não consigo experimentar nada. Estão um caco”.
Ela riu-se e disse-me: “Mas eu arranjo. Eu vou-lhe tirar esse verniz e coloco aquele que quiser da Chanel”.

SAY WHAT?!?!?!?!? A minha cara deve ter espelhado o momento de estupefacção. Os deuses da manicure conspiraram para me salvar. Aleluia. Aleluia irmãos.
Ela: “Sim, sim. Vou fazer-lhe uma manicure de mãos. Faça o favor de me acompanhar até aqui”.
Uuuuuuuhhhhhhhhhh! Que chique!

Fui aos saltinhos até ao “corner-fancy-da-chanel”. Sentei-me lá e decidi aproveitar a experiência e a BORLA. Uma pessoa não pode dizer que não a uma borla, certo? Era como dar um chuto no karma das coisas boas. Na na nim na não. Aqui estou eu, façam de mim a vossa mártir.
Ainda perguntei a medo: “mas, depois tenho que levar um dos vernizes, certo?”
Ela: “Não, não. Só se quiser mesmo. Não tem que levar nada”.
Estava parva, não queria acreditar. Foi tãoooo bom. E como acredito na Lei da Abundância aqui estou eu a partilhar a experiência, mas também a dica. Se forem à Sephora do Colombo arrisquem. Vão lá e podem sair com uma manicure linda. Run!

Para as mais curiosas, este foi o verniz que abrilhantou as minhas mãos decadentes. Tão lindinho!!
E agora que está mesmo aí a chegar o Natal já tenho outro debaixo de olho. Se alguém quiser chegar-se à frente é só dizer…

Chan(h)eloooooooo!

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Marta Neves
Marta Neves

Encontrei no universo feminino a minha missão: partilhar, aprender e ajudar. Nasceu o Marta Neves, para me sentir mais eu, mais em sintonia com a minha essência. Despida de formalismos ou preconceitos, serei EU. A mulher. Apaixonada de coração pela vida e pelos outros.

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