Crónica “New in Town”: A festa onde Valentim iria se não fosse santo

Crónica “New in Town”: A festa onde Valentim iria se não fosse santo
Crónica "New in Town": A festa onde Valentim iria se não fosse santo

Está a acabar o mês de Janeiro. Ufa! Aleluia irmãos (emoji com as mãos para o alto).

Sou só eu que achei que este mês foi insano, interminável, esgotante? Eu sei, eu sei… que o mês de Janeiro é sempre aquele mês terrível de ressaca natalícia, de shake shake shake das finanças pessoais, de back to life, back to reality. Estamos desejosos que chegue o mês de Fevereiro, por ser o mais pequenino, para arrumarmos com o primeiro mês do ano e seguir em frente, para embarcarmos nas loucuras deste mês festivaleiro, que encerra em apenas 28 e, este ano, 29 dias duas grandes ramboiadas – o Carnaval e o São Valentim.

O Carnaval é pacífico. Bom (estalo de língua), dentro da grande amálgama de loucura que sai à rua desnuda por estas alturas. Uma máscara aqui. Uma palhaçada acolá. É a oportunidade perfeita para muita e boa gente (vulgo homens) sair à rua transvestidos de mulher (a sério, que pancada é esta que os homens têm? Prometo que será outra crónica). Dança-se Ivete Sangalo, porque sim, porque é a única oportunidade do ano que se pode fazer isso sem que estejamos necessariamente bêbados no casamento da nossa amiga de infância que acha que o Netinho ainda “bate”. Vamos ao “Bazar do Hélder” no Montijo-profundo comprar um kit de mascarilha-sexy e fazemos a festa, lançamos os foguetes e apanhamos as canas. Ponto.

Situação Carnaval está arrumada, circunscrita, ultrapassada. Mas depois… depois é que são elas. Mascaradas não conseguimos sensualizar o suficiente on-the-dance-floor para garantirmos um conhecimento interessante para ir tomar um café e voltamos single mas sempre FABULOUS para casa. Sem stress. Mas…

(Entra musiquinha lamechas)

… mas…o calendário avança até à fatídica data que marca o 14 mais cor-de-rosa da história do ano. Aquele dia em que sabemos que se não tivermos um par, um companheiro, um maridão, um namorado, um curte, um conhecido, um potencial curte-e-conhecido mais vale ficar em casa a morrer e a deprimir em frente ao televisor, de fofo alapado ao couro do sofá, a ver um filme piegas e a comer tudo o que engorda da dispensa no escurinho e protecção do lar.

(Som de disco a riscar!)

NÃO! NÃO! NÃO! ACABOU! Ouviram?! Acabou! O que é isto? Somos mulheres ou somos ratos? Quando é que um date nos define? NA, na, nim, na nãoooooo! E se, e se o Dia de São Valentim deixar de ser sinónimo de jantar à luz das velas, massagens de casal e escapadinhas românticas e passar a ser uma celebração do amor, mas por nós mesmos?!

Ah-haaaaaaaaaaa! Já captei a vossa atenção?! Então, levantem esses cotos do chão, escolham um modelito va-va-vum, façam aquela maquilhagem cujo tutorial no Youtube já andaram a estudar para uma altura especial, ponham aquele salto alto que provoca e saiam. Para onde?! Para o sítio onde o “estado civil” é ideal para vocês – o hotel EVOLUTION Lisboa.

Esta pérola-tecnológica no meio da nossa capital teve a ideia de dar uma “mãozinha” (salvo seja!) a todos os solteiros e solteiras deste país, com uma festa temática que pretende reunir amigos e celebrar aquele que deve ser um grande amor –  o amor por nós.

Por isso, façam isso por VOCÊS! Apareçam! Aqui não precisam de fazer juras de amor eterno para participar. É uma noite para aproveitar como e com quem quiserem. Levem a amiga, o colega de trabalho, o grupo das saídas, a prima, o vizinho, porque nessa noite vão existir muitas surpresas. A animação da pista está a cargo de um Dj e a Hendricks será a marca de bebidas patrocinadora. A decoração do espaço e a restante animação está ainda no segredo dos deuses, mas já me sussurraram ao ouvido que promete SURPREENDER!

“E ainda”… (grita a assistência perante a Bota Botilde do “Um, dois, três”)

Para quem não quer ficar com a roupa a cheirar a fritos do jantar lá em casa, o EVOLUTION Lisboa vai preparar um buffet de fusão de comida asiática. Pelo valor de 14€ por pessoa podem desfrutar, sem ter que ouvir as declarações de amor da mesa ao lado (que é muito chato) de um jantar memorável onde o amor é o prato principal.

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Marta Neves
Marta Neves

Encontrei no universo feminino a minha missão: partilhar, aprender e ajudar. Nasceu o Marta Neves, para me sentir mais eu, mais em sintonia com a minha essência. Despida de formalismos ou preconceitos, serei EU. A mulher. Apaixonada de coração pela vida e pelos outros.

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