Há o Coachella e depois há o “Beychella”

Há o Coachella e depois há o "Beychella"

 

PAROU TUDO!!!!!!!!!!!!!!!!!!

O QUE É QUE FOI AQUILO?!?!?!

Que espectáculo foi aquele?!?!?!?

Say what!?!??! Depois de anos e anos há espera, quem esteve no sábado no tão bombadérrimo-fashionista-Coachella, pode presenciar história musical in the making.

 

Eu sou suspeita… vocês já sabem, já me conhecem e Beyoncé para mim é tipo tipo Mulher-Deusa-Godess-Lacradora-dos-Palcos-do-Mundo-e-do-Female-Boom-Boom-Amazingness e por isso mesmo espanto-me, em laceração profunda do coração, como é que nenhuma marca, como é que ninguém pensou em levar-me para o Coachella para fazer uma mega reportagem com gritos fanáticos e best dance moves empoeirados, com pouca roupa, borda da nádega de fora, transparências, botas caras a parecer que são velhas, e soutien à mostra, no recinto mais Instagramado do pedaço?!

 

Como assim!? Só vos posso dizer que perderam um conteúdo do catano, porque eu ia dar T.U.D.O! SHAME! SHAME!

 

Há o Coachella e depois há o "Beychella"

 

Depois se dúvidas existissem de que Beyoncé é a melhor performer feminina de todos os tempos, com um sentido de espectáculo, de entretenimento e de vanguarda que mete toda a gente de queixo caído em quase duas horas de espectáculo que provou ser maior do que o próprio Coachella.

 

Coachella, who!?

BEYCHELLA! Baptizo, já!

 

Há o Coachella e depois há o "Beychella"

 

Não podendo estar lá presente (ainda não percebi como…), fã que é fã incondicional da bicha-lacradora (fui a todos os concertos da Bey em Portugal e irei a todos os que vierem) não vai, mas acompanha tudo, derramando lágrimas de sangue.

E, pois está claro, estive colada ao Instagram a acompanhar todas as influencers que estavam no recinto a registar este momento incrível. #INVEJABRANCA

 

Há o Coachella e depois há o "Beychella"

 

Unanimemente aclamado, tanto pelos festivaleiros como pela crítica especializada, este espectáculo elevou a fasquia dos concertos naquele festival para sempre. Não houve ninguém que tivesse ficado indiferente. Eu sei o que é isso. Sinto essa presença maior sempre que a vejo. É uma coisa que não se explica, sente-se e vive-se quando se presencia algo de estratosférico. Ela não é deste mundo!

 

Há o Coachella e depois há o "Beychella"

A loucura começou com os primeiros acordes do icónico “Crazy in Love”, batucado com a ajuda da banda New Orleans-style brass.

Durante quase duas horas de orgasmos visuais e auditivos, Bey cantou diversos hits do álbum Lemonade, sempre acompanhada pela marching band, por bailarinos de Step e pelos “Les Twins” Laurent e Larry Nicolas Bourgeois, seguidos de surpresas atrás de surpresas e cascatas de bailarinos que se movimentavam em bloco nas bancadas improvisadas do palco, em homenagem aos intervalos dos jogos de futebol americano.

 

“Go Bey! Go Bey! Go Bey!”

 

Há o Coachella e depois há o "Beychella"

 

Desde um tributo a Nina Simone, que é só uma das minhas cantoras preferidas de todos os tempos, citações de Malcolm X, passando por um “Deja Vu” com participação especial de Jay-Z, até uma música dançada com a irmã Solange. Houve de tudo um pouco, como se a participação dela por si só já não fosse gigante.

 

Há o Coachella e depois há o "Beychella"

 

O melhor estava para vir. Depois de meses e meses de rumores, Coachella também testemunhou o comeback de um dos trios mais adorados da América – Destiny’s Child.

Na reunião emotiva Kelly Rowland e Michelle Williams surgiram em palco com Beyoncé para cantar os sucessos que marcaram os anos 90: “Say My Name,” “Soldier” e “Lose My Breath.”

 

Há o Coachella e depois há o "Beychella"

 

A finalizar este ataque visual em muitos actos, Beyoncé despede-se com a frase “Coachella, thank you for allowing me to be the first black woman to headline“,  segundos antes de performar o hino feminista “Run the World (Girls)”, marcando, desta forma, a referência que tanto queria sublinhar, ser a primeira negra cabeça de cartaz do festival em Indio, na Califórnia.

 

Há o Coachella e depois há o "Beychella"

 

Ai…(suspiros), como esta mulher é TUDO!

 

Agora só me resta acender todas as velas, pedir a todos os santinhos-das-perfomances e fazer dance moves em genuflexão-assistida para que ela venha na sua tour de verão, com Jay-Z, a Portugal.

 

Dá para fazer uma petição?

 

Seguir:
Marta Neves
Marta Neves

Encontrei no universo feminino a minha missão: partilhar, aprender e ajudar. Nasceu o Marta Neves, para me sentir mais eu, mais em sintonia com a minha essência. Despida de formalismos ou preconceitos, serei EU. A mulher. Apaixonada de coração pela vida e pelos outros.

Share:

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.