Idiossincrasias paradigmáticas do ser: Odeio por gasolina

Idiossincrasias paradigmáticas do ser: Odeio por gasolina
Idiossincrasias paradigmáticas do ser: Odeio por gasolina

Acredito que não estou sozinha nesta minha mania ou fixação.
ODEIO POR GASOLINA. Ponto!
Não sei se é porque as bombas de gasolina têm SEMPRE vento, aliás este é um fenómeno geográfico-meteorologista que deveria ser analisado em profundidade por técnicos especialistas competentes (why!?!?), se é porque vou sempre colocar gasolina à pressa e acho sempre que aquilo é a maior perda de tempo à face da terra, ou se é porque estão sempre filas intermináveis para pagar e nunca se percebe bem porquê (total gastou-dinheiro ou cartão – e acabou a transacção) e eu acabo nos entretantos por comprar milhentas revistas que não preciso.

Por isso é que vos digo, meus queridos, que dava o meu dedo maior da mão direita para voltarem os funcionários das bombas que nos punham gasolina. A sério!
O meu maior sonho era: chegar a uma bomba, ter sempre lugar para abastecer, vir um senhor simpático perguntar pelo combustível desejado e valor a colocar, abrir a minha tampinha do carro (salvo seja) e atestar o bicho até às suas necessidades. No final eu abria o vidro do carro e ele dava-me uma maquineta de multibanco portátil, eu colocava lá o código et voilá saía da bomba feliz e contente, sem ter que levar com vergastadas de vento na tromba, nem sentir um impulso desnecessário (mas eficaz) de comprar todas as revistas do social que estão na loja… Damn!!

Ahhhhhhh! Mas se calhar é por isso que estas pessoas desapareceram!!!! Primeiro, vamos cortar salários (muitos!) a outras pessoas e vamos OBRIGAR todos os consumidores a botar os cotos dentro da lojinha e assediá-los a comprar coisas que não necessitam na realidade. Está certo…

Eu voto numa petição para regressarem estas boas pessoas aos seus postos de trabalho e restituírem-me a alegria de não-colocar gasolina na viatura. Quem está comigo ponha a mão no ar!

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Marta Neves
Marta Neves

Encontrei no universo feminino a minha missão: partilhar, aprender e ajudar. Nasceu o Marta Neves, para me sentir mais eu, mais em sintonia com a minha essência. Despida de formalismos ou preconceitos, serei EU. A mulher. Apaixonada de coração pela vida e pelos outros.

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