Idiossincrasias paradigmáticas do trânsito: Parte 34456757657

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Idiossincrasias paradigmáticas do trânsito: Parte 34456757657

Vocês sabem que o trânsito é a minha caixinha de petri social para destilar aquelas pequenas irritações do dia-a-dia.
Se pensarmos bem é lá, no trânsito, encafuadas entre asfalto e dióxido de carbono, que passamos grande parte do nosso dia, especialmente a horas menos próprias para estarmos de bem com a nossa sanidade mental.

Se é de manhã é porque estamos com a birra do sono, acordámos mal, temos mau-humor matinal, esquecemo-nos de tomar o pequeno-almoço, estamos com fome, sofremos por antecipação porque nos vamos enfiar 8 horas no trabalho. Portanto, terreno movediço para a desgraça.

E ao final do dia estamos cansados, estafados, esgotados das exigências do dia de trabalho, ainda fazemos contas de cabeça ao que ainda nos falta fazer, dizemos mal do marido que não descongelou o frango e agora temos que ir ao supermercado, precisamos de tirar a loiça da máquina que está lá há 3 dias seguidos e não dá mais e ainda temos que entregar um trabalho antes da meia-noite, portanto o “momento sofá” foi para o galheto. Mais uma vez… a estrada, das 17h30 às 20h30 é FOGO!

Este preâmbulo para dizer o quê? Que o trânsito fascina-me, porém assusta-me! Já aqui falei das coisas que mais me irritam no trânsito, daquilo que não aguento – como os famosos “conaças do asfalto” – e o misterioso caso da “faixa da direita na marginal”. Se este é um tópico que vos entusiasma, não deixem de ver os posts antigos que já fiz sobre a temática.

Contudo, todavia, portanto há uma situação, um fenómeno, que se não estivéssemos em Lisboa, diria que era do Entroncamento, que me tem provocado alguma estranheza.
Serei só eu ou… vocês já repararam que à segunda-feira não há quase trânsito, à terça há um trânsito inexplicável, à quarta ainda é complicado, à quinta é tranquilo e depois à sexta é o caos?!
Também repararam nisso ou é só no percurso que faço?

Mas como assim? As pessoas à segunda não trabalham, à terça resolvem aparecer no trabalho, à quarta ainda lá vão, quinta desistem e sexta pegam só no carro porque vão almoçar fora?! Não compreendo. Por favor, se existir por ai alguma mente iluminada que me saiba explicar os contornos deste fenómeno esteja à vontade, feel free to explain porque estou deveras muitoooooo curiosa, porém irritada.

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Marta Neves
Marta Neves

Encontrei no universo feminino a minha missão: partilhar, aprender e ajudar. Nasceu o Marta Neves, para me sentir mais eu, mais em sintonia com a minha essência. Despida de formalismos ou preconceitos, serei EU. A mulher. Apaixonada de coração pela vida e pelos outros.

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2 Comments

  1. Fevereiro, 2016 / 12:59 pm

    Foi precisamente o trânsito que me fez mudar de casa. O meu marido continua a trabalhar em Lisboa e demora o mesmíssimo tempo. A veia condutora lisboeta ainda me corre nas veias de forma fervilhante e buzino, resultado: as pessoas param porque acham que as estou a cumprimentar! Depois há tratores (esse caos do mundo rodoviário), … Eheheh
    Beijosssss.

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