Never ending task…

Never ending task…
Never ending task...

… de uma Desperate Housewife.

Estou a falar das tarefas domésticas que NUNCA acabam. Eu sei que tenho TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) no que toca às limpezas da casa, mas enough is enough, já dizia a música.
Há dias em que só me apetece gritar, largar tudo e desatar a correr. Ou, ou… enrolar-me numa manta, em modo autista caseiro, aterrar no sofá e fingir que não há pelos de cadela no chão, que não há loiça para lavar, roupa para arrumar ou camas por fazer. Mas não é isto que acontece…

Há sempre uma máquina que acabou de fazer, roupa para estender, depois lixo para despejar, loiça que é preciso por na máquina que agora ficou vazia, lavar as coisas da Concha, aspirar a casa pela milionésima vez, lavar mais uma vez o chão, trocar as toalhas da casa-de-banho, fazer a cama de lavado outra vez, and so on. Que canseira! Isto nunca acaba!??!?!?!
E depois lá se vai o tempo de qualidade em casa, as manicures vão à vida num ápice e apetece matar a cadela quando ela sacode as suas melenas negras, em pleno chão claro da entrada.

Por falar nisso, tenho uma grande questão a colocar a vossas excelências: quantas vezes é que um cão muda de pêlo por ano!?!??!?!?!?!??!?! É que, é que, é que… estou a desesperar. E ela supostamente é de pelo curto, se fosse longo já me tinham encontrado a um canto a cortar os pulsos ou a engasgar-me numa bola de pêlo. Nós escovamos regularmente. Temos atenção à comida. Não lhe damos banho regularmente (diz que é assim que o pelo se mantém bonito e sem odores). Mas, ta’hell! Não há meio de termos um período de descanso maior que 2 ou 3 meses.  É normal?!

Vocês também sentem a mesma coisa? Como é que conseguem manter os vossos palácios lindos e maravilhosos sem entrar na loucura total?

Obrigada por terem ouvido esta dona de casa desesperada.
Peace Out!

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Marta Neves
Marta Neves

Encontrei no universo feminino a minha missão: partilhar, aprender e ajudar. Nasceu o Marta Neves, para me sentir mais eu, mais em sintonia com a minha essência. Despida de formalismos ou preconceitos, serei EU. A mulher. Apaixonada de coração pela vida e pelos outros.

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