Temos dois dias para alimentar Portugal

Temos dois dias para alimentar Portugal
Temos dois dias para alimentar Portugal

Este fim-de-semana decorre nos supermercados de todo o país mais uma campanha anual do Banco Alimentar Contra a Fome. Milhares de voluntariados alistaram-se nesta iniciativa e vão pedir os nossos donativos em quase 2 mil lojas.

De certeza que os vais ver, à porta dos supermercados, junto às entradas, não desvies o olhar, nem finjas que não é nada contigo. A fome está mesmo ao nosso lado. Todo os dias milhares de pessoas sofrem porque não têm o que comer, e se não formos nós a ajudar não há possibilidade de quebrar este ciclo de miséria.

E para mim esta questão não é apenas teórica e etérea. Não é só porque “fica bem” dizer estas coisas. Não! Para além de ser voluntária para uma associação que lida com este problema concreto, a minha irmã, que é psicóloga e trabalha numa instituição de solidariedade, trabalha TODOS os dias com populações de risco e o número de utentes carenciados é assustadoramente maior. O Banco Alimentar é, na sua maioria, o garante destas pessoas. Não é mais uma campanha, é um problema real, com resultados directos na população portuguesa.

Com esta campanha espera-se que 425 mil pessoas beneficiem da recolha de alimentos. Quase meio milhão de pessoas. Incrível! Porém há muitas mais que precisam da nossa ajuda. Li que os idosos são a parte da população mais vulnerável. Portugal tem muitas viúvas com reformas muito baixas e temos 1 milhão de pessoas com reformas de menos de 275 euros. É de partir o coração…

Se puderes, não deixes de contribuir. Opta por produtos menos perecíveis, ou seja, os que conseguem ser armazenados por mais tempo, como arroz, massa, açúcar, papel higiénico, conservas de atum ou peixe, grão, feijão, enlatados vários, papas, leite, azeite ou óleo.

Neste fim-de-semana é possível ajudar alguém. Vamos alimentar esta ideia?

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Marta Neves
Marta Neves

Encontrei no universo feminino a minha missão: partilhar, aprender e ajudar. Nasceu o Marta Neves, para me sentir mais eu, mais em sintonia com a minha essência. Despida de formalismos ou preconceitos, serei EU. A mulher. Apaixonada de coração pela vida e pelos outros.

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