Crónica “New in Town”: Uber to the party

Crónica “New in Town”: Uber to the party
Crónica "New in Town": Uber to the party

Na mensagem podia ler-se “O seu Uber está a caminho. Paulo vai encontrar você em 4 minutos”. Como assim? Eu tinha carregado na aplicação há dois segundos atrás. Estava a meio da minha maquilhagem, ainda com os saltos por calçar e tinha um carro de luxo à minha porta dentro de 4 minutos para me levar para uma festa em Lisboa? Ahhhhhhhhhhhhhhh! (grito interno). Acalmei-me rapidamente, comecei a dar corda aos pés, ainda, descalços e a dar um rumo à minha vida.

Rimel, check. Baton, check. Mala, check. Chapéu (trés chique), check.
(Apito de nova mensagem) “Marta, seu Uber está chegando”. G.O.D! Let’s talk about pressure. Nunca façam isso a uma mulher. Ou não fosse isto por uma boa causa, ou eu não estou habituada a este tipo de profissionalismo e pontualidade.

Meio a ajeitar o vestido, meio a tentar não cair (situação frequente que me assalta e descompõe) fui-me dirigindo para a porta na expectativa de encontrar o “Paulo”, fosse lá quem fosse. Mas lá estava ele, de fato, muito composto, alto, sorridente. O MEU Paulo cumprimentou-me, abriu-me a porta da traseira do BMW preto série 5, topo de gama, e disse gentilmente: “Boa noite. Eu sou o Paulo e serei o seu motorista esta noite”. Querem mais classe que isto? Já ganharam (a minha atenção e fidelidade, claro)!

“Olá, Paulo. Eu já coloquei na vossa aplicação do iPhone o meu destino, não sei se já tem essa informação…”, disse. Ele respondeu-me que sim, tranquilizando-me porque sabia perfeitamente para onde íamos. E assim iniciámos a nossa viagem, rumo ao Palácio de Sant’Anna, em Lisboa, para a festa da Instax Party Fujifilm (biscoito fino).

“Tem alguma música que queira ouvir em especial, alguma rádio ou aplicação?”, perguntou-me. “Não, não. Esteja à vontade. Oiça o que mais gostar”. Respondi-lhe assim porque não sabia que afinal até a nossa lista de Spotify é possível emparelhar com o carro e viajarmos ao som da nossa playlist. Muito à frente.  No percurso para quebrar o gelo, que eu odeio silêncios e formalismos, fui fazendo muitaaaas perguntas (coitado do rapaz) sobre o serviço Uber aka Taxi-Chique-Lisboeta.

Bom (estalo de língua), como assumida leiga na matéria fiquei a saber que a Uber é uma plataforma tecnológica que liga motoristas a utilizadores através de uma aplicação para smartphones. Confere. Este é um serviço que já tem expressão nas mais importantes capitais do mundo e chegou agora a Portugal, a Lisboa, com o serviço “UberBLACK”. O Paulo explicou-me que este serviço permite oferecer aos utilizadores da Uber uma experiência “premium” com motoristas profissionais e licenciados, que nos levam pela cidade em grande estilo, em carros topo de gama, tudo numa questão de minutos. Não é um máximo?!

Mais! Quando abrimos a aplicação conseguimos acompanhar, em tempo real o percurso do motorista até chegar a nós e temos a percepção de quantos carros Uber estão naquela zona. Antes de entrarmos no veículo temos também acesso ao nome, fotografia e classificação média do serviço do motorista, assim como à marca e matrícula do carro (uma espécie de Facebook-Motorista). Amazing, right?!

Querem saber a melhor parte? Não é preciso dinheiro! Say what?! True story, minha gente. Quantas e quantas vezes já não fizemos aquela figura de entrar dentro de um táxi e quando nos apercebemos não temos dinheiro suficiente, ou a viagem ficou mais cara do que era suposto, ou não há trocos? Exacto! Pois que aqui não há esse problema. A Uber só trabalha com cartão de crédito e após cada viagem o valor total é descontado directamente da nossa conta. Depois recebemos no nosso email um descritivo da viagem, o mapa do percurso efectuado por GPS e o recibo do valor cobrado. Et voilá.

Demorámos não mais do que 20 minutos até chegarmos ao meu destino. Consegui ainda arrancar do Paulo algumas estórias que aqui não posso contar (ui, ui). Ele confidenciou-me que está a gostar muito desta experiência porque “conhece sempre gente nova todos os dias”, acredito. Apesar de na sua maioria serem estrangeiros, que já conhecem este serviço dos seus países de origem, os portugueses estão a ficar cada vez mais rendidos ao serviço. E o Paulo pareceu-me genuinamente feliz.

“Chegámos ao seu destino”, partilhou em voz calma. Estava a chover pouquinho, mas foi o suficiente para que a nossa despedida fosse muito rápida e formal. Abriu-me a porta do carro, ajudou-me a sair e certificou-se que entrava no sítio certo. As convidadas que estavam à porta é que ficaram roidinhas de inveja. Pumbas. Não fosse ele da Uber e eu também acharia que era um príncipe da cidade moderna e eu a Cinderela (Cool) que em vez da abóbora do costume optou por ir montada no cavalo real (Suspiro!).

Mas como eu acredito genuinamente na Lei da Abundância aqui estou para partilhar com vocês o momento-princesa-do-dia. Se estão curiosos para conhecer melhor este serviço, se têm uma festa gira onde querem fazer uma big entrance, ou simplesmente sair à noite, beber uns canecos com a confiança e certeza de um “i got your back” de qualidade, experimentem! Digam que vão da minha parte… literalmente. Façam o download da aplicação, registem-se, e por cada utilizador que se inscrever com o promo code do The Coolunista – get.uber.com/go/uberthecoolnista – a Uber oferece 10€ para vossa conta. Vá, vá usem-me e abusem, porque agora eu sou uma Uber-Girl e isto é Cool in Town.

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Marta Neves
Marta Neves

Encontrei no universo feminino a minha missão: partilhar, aprender e ajudar. Nasceu o Marta Neves, para me sentir mais eu, mais em sintonia com a minha essência. Despida de formalismos ou preconceitos, serei EU. A mulher. Apaixonada de coração pela vida e pelos outros.

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